4 de set de 2013


Tombar ou não, uma polêmica missioneira

Divulgação de lista de imóveis que podem ser declarados patrimônio histórico em Santo Ângelo opõe poder público e proprietários

Zero Hora - 04/09/2013
Vanessa Kannenberg

As 116 cruzes pretas que haviam sido fixadas em frente à sede da prefeitura de Santo Ângelo, na região das Missões, foram retiradas, mas elas continuam simbolizando uma polêmica que está longe de ser enterrada. Cada uma representava um imóvel que está na mira do poder público para ser tombado como patrimônio histórico. Como a maioria dos proprietários é contra a medida, por considerá-la arbitrária e por temer a desvalorização do patrimônio, surgiu o protesto simbolizando a “morte” dos imóveis.
Embora a polêmica não seja recente – começou em 2009, após tentativa frustrada de criar uma lei municipal que regulasse o patrimônio histórico –, o impasse entre proprietários e defensores do tombamento ganhou novos contornos.

A repercussão aumentou com a divulgação de uma lista de 116 imóveis chamados de inventariados, que inclui nome, endereço e proprietário de cada um. Setenta e seis deles, o que significa 65,5% do total, são de propriedade particular. Outros 28 estão no nome de empresas ou entidades e apenas uma minoria, 12 imóveis, pertencem ao poder público. O secretário municipal de Cultura, Lazer e Juventude, Mário Simon, garante que a listagem é provisória, fruto de indicações da Universidade Regional Integrada (URI), dos institutos de preservação arquitetônica nacional (Iphan) e estadual (Iphae) e do Ministério Público Federal, e serviu para determinar quais os prédios que seriam avaliados.

Os imóveis devem ser classificados em níveis de tombamento. No grau um, todo o prédio deve ser preservado. No segundo, poucas alterações são permitidas, enquanto, no terceiro, somente a fachada deve ser preservada. O quarto grau, sugerido pela comissão municipal com a finalidade de excluir imóveis que não têm necessidade de tombamento, permite que o proprietário faça o que quiser, inclusive, derrubá-lo. No lado oposto do embate estão os proprietários. Dono de uma casa na esquina das ruas 7 de Setembro e Marquês do Herval há dois anos, o advogado Nelmo da Souza Costa, 47 anos, ganhou na Justiça, há um mês, o direito de fazer modificações no imóvel, o que lhe dá o direito de transformar o local em um prédio comercial. No entanto, ele se vê agora diante da possibilidade de ter a casa tombada, e os planos, interrompidos.

– Santo Ângelo tem uma história extraordinária, mas os imóveis que podem ser tombados em nada têm a ver com o legado jesuítico-missioneiro – critica Costa.

22 de ago de 2013


Prefeito participa do lançamento do PAC das Cidades Históricas
Florianópolis tem R$ 20 milhões garantidos pelo Governo Federal

Diário catarinense
19/08/2013

O prefeito Cesar Souza Júnior embarcou na tarde desta segunda-feira para a cidade de Belo Horizonte (MG), de onde segue, nesta terça, para a cidade mineira de São João Del Rei, local escolhido pelo Governo Federal para o anúncio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.
Florianópolis está contemplada com R$ 20 milhões, recurso que será utilizado na restauração das fortalezas da Ilha (R$ 10 milhões) e na revitalização e melhoria da infraestrutura do Centro Histórico (largo da Alfândega, praça XV, Mercado Público e adjacências), outros R$ 10 milhões.
Além dos R$ 20 milhões do PAC das Cidades Históricas, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) já confirmou a liberação de R$ 4,5 milhões para restauração do prédio da antiga Câmara e Cadeia de Florianópolis, na praça XV de Novembro. 
Em reunião com o prefeito Cesar Souza Júnior e com o secretário Dalmo Vieira Filho (Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), a presidente do Iphan, Jurema de Sousa Machado, assegurou o repasse dos recursos ainda em agosto.
A previsão da Prefeitura é iniciar as obras ainda este ano, afirmou o secretário Dalmo. De acordo com ele, o trabalho de restauração completa do casarão histórico deve levar entre um ano e meio a dois anos para ser concluído.
Na semana passada, em reunião com o presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Ângelo Oswaldo, o prefeito Cesar Souza Júnior recebeu a confirmação da liberação de R$ 1 milhão para reforma e ampliação do Museu Victor Meirelles, no Centro.

28 de fev de 2013


Porto Alegre revisa lei sobre normas de convivência
Código de Posturas pode ser concluído no primeiro semestre

JORNAL DO COMÉRCIO 
Marina Schmidt - 28/02/2013

LUCIANO LANES/PMPA/JC
Grupo discute modernização da legislação que vigora desde 1975
Grupo discute modernização da legislação que vigora desde 1975
Considerado obsoleto pelo vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB), o Código de Posturas de Porto Alegre, vigente na cidade desde março de 1975, passa por revisão, trabalho que envolve um grupo composto por representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e que contará com a participação da sociedade civil. Distante da atual realidade porto-alegrense há quase 40 anos, o código, ressaltou Melo, era moderno para a época, mas ainda carrega um caráter muito “policialesco”, termo que o vice-prefeito repetiu seguidas vezes, demonstrando a intenção de fazer com que a nova legislação represente os atuais anseios da população, fazendo com que o caráter fiscalizatório e punitivo dê lugar a regras de convívio adotadas pelos cidadãos. 

A reunião preliminar do grupo ocorreu na manhã de ontem, quando foram levantados os primeiros pontos de discussão. Há dez dias, em visita à Câmara Municipal, Melo havia elencado a mudança no Código de Postura como uma prioridade, dizendo que pretendia “reformatar” o documento em 90 dias. Ontem, esse prazo voltou a ser defendido pelo vice-prefeito, embora haja discordância sobre o período de elaboração da nova lei. “Eu espero que até o final de junho a proposta esteja protocolada na Câmara, para análise durante o segundo semestre e posterior votação, no fim do ano, no máximo, no começo de 2014”, defendeu.

O tema discutido não é novo. O próprio vice-prefeito presidiu a comissão especial que estudou o código no Legislativo e que gerou o relatório que serve de base para os atuais trabalhos do grupo. “Precisamos de mais tempo”, argumentou a assessora da Câmara Municipal Rosimeri da Silva Chaves, que participou dos debates do ano passado. Ela sugere que o projeto seja encaminhado ao Legislativo apenas no início do próximo ano. Ainda segundo a assessora, é preciso discutir conceitos, encaixar propostas oriundas de painéis temáticos já realizados e promover a distinção entre leis que possam se sobrepor. Como exemplo, ela citou a questão ambiental, que pode ser tratada em legislação específica.

Participação popular é considerada fundamental

A reunião sobre o novo Código de Posturas da Capital deu vazão à complexidade do tema. Entre os pontos de maior destaque, estão o envolvimento da sociedade civil, consenso entre todos os integrantes, e a comunicação com a população, para que o novo código, além de representar as características de convívio da cidade, seja assumido pelos munícipes.

“O código de convivência detalha posturas do cidadão em relação ao município e do município em relação ao cidadão, mas também define posturas entre os próprios cidadãos”, detalhou o vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB). Para ele, algumas leis são adotadas pela sociedade, como a legislação antifumo e a intenção é fazer com que o novo código, que já tem um nome proposto - Código de Convivência Democrática - também passe a fazer parte do cotidiano das pessoas. Para isso, ressaltaram os integrantes do grupo, é necessário criar mecanismos de comunicação e educação, levando o tema às diversas esferas da sociedade.

O vice-prefeito pediu sugestões de pessoas que seriam indispensáveis para os debates, porém, lembrando a importância de dar celeridade ao processo, construindo um grupo restrito e eficiente, mas que seja capaz de absorver as demandas civis.

Pouco mais de 20 pessoas participaram da reunião de ontem, entre elas, os vereadores Lourdes Sprenger (PMDB) e Marcelo Sgarbossa (PT), indicados pela Câmara Municipal. Lourdes reafirmou a importância da participação da sociedade civil organizada. “Que sejam feitas plenárias e apresentadas as posições desses grupos e entidades”, argumentou. Sgarbossa afirmou que a interlocução do Legislativo é um dos caminhos para participação social. “O nosso papel é fazer essa ponte, além da Câmara, com a sociedade”, mencionou.

A equipe de trabalho será consolidada nos próximos dias e deve se reunir novamente antes da próxima sexta-feira, quando o prefeito José Fortunati (PDT) oficializará o grupo de trabalho, com a presença da sociedade civil organizada, às 10h, ainda sem local definido.

13 de jul de 2012

Capital inicia a sinalização de 51 pontos no Centro Histórico



Informações das 140 placas darão orientação a quem anda a pé pelas ruasO processo de implantação de 140 placas contendo informações sobre 51 pontos turísticos do Centro Histórico da Capital, destinadas especialmente para os pedestres, teve início nesta quinta-feira. Foram instaladas quatro placas, fixadas no solo, com informações da direção da Usina do Gasômetro, do atracadouro dos barcos de passeio, da Praça da Alfândega, do Museu do Trabalho e da Praça Brigadeiro Sampaio.

O Projeto de Sinalização Turística para Pedestres no Centro Histórico de Porto Alegre irá orientar os atrativos históricos e culturais em roteiros a pé pela região, que concentra mais de 80% do patrimônio histórico da cidade. A distribuição das placas contemplará o eixo entre a Usina, o Cais do Porto, o Mercado Público, a Santa Casa, a Catedral Metropolitana e o Largo dos Açorianos.

“Estamos suprindo uma carência histórica da Capital, no que diz respeito à sinalização turística. A empresa responsável por esse processo de colocação tem até o dia 5 de setembro para concluir a implantação das 140 placas”, afirma o secretário municipal de Turismo, Raul Mendes da Rocha.

O projeto executivo da sinalização turística, que terá 111 placas indicativas e 29 interpretativas com textos bilíngues (inglês e português), fotos e mapas, foi desenvolvido em conjunto com a Secretaria Municipal da Cultura e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Da série das interpretativas, 14 terão ilustrações de Joaquim da Fonseca que retratam como era o local antigamente.

De acordo com o edital de licitação, o investimento total será de R$32.254,72, em recursos do Ministério do Turismo repassados pela Caixa Econômica Federal e com contrapartida do município. Em abril deste ano foi concluída a implantação da sinalização viária do Centro, que contou com 60 placas de localização para os motoristas que trafegam na região.

Jornal do Comércio
Fredy Vieira - 13/07/2012

5 de dez de 2011

Lançamento editorial

Mercados construídos em ferro

Livro recupera história e características dos mercados municipais brasileiros que se distinguem por serem construídos em ferro

Os mercados municipais são espaços quase obrigatórios para quem deseja conhecer a vida de uma cidade. Nascidos das feiras ao ar livre, estes locais democráticos apresentam o que há de mais genuíno na produção popular, um pouco do que seria a alma da cidade. No Brasil, há mercados que sobrevivem há mais de 100 anos no mesmo endereço e com o mesmo perfil.

Alguns deles estão em foco no livro "Mercados de Ferro do Brasil - Aromas e Sabores", com apresentação de Fernando Brant e fotos exclusivas de Graça Seligman. Ao longo de 110 páginas percorre os tradicionais mercados do Recife, Manaus, Rio de Janeiro, Belém e Fortaleza, chegando ao caçula mercado de Brasília, criado recentemente, mas com o pé no passado. São locais que se distinguem por serem construídos em ferro, sob inspiração do modelo do Les Halles de Paris, que ficou famoso por sua estrutura metálica.  Ao caminhar pela história destes lugares, a obra mostra também um pedaço da história do Brasil.

Na apresentação, o compositor Fernando Brant dá logo um recado: “Mercado começou sempre como feira ao ar livre e se ele, com o progresso, se cobriu de telhados e se alargou horizontal e verticalmente, mercado que é mercado nunca abdicou de ser um espaço democrático e humano. Nada tem a ver com a frieza pasteurizada dos super e hiper da modernidade.

O livro é uma publicação do ITS – Instituto do Terceiro Setor e tem o patrocínio da BB Seguros, BrasilPrev, Ourocap, Jorge Ferreira e ITS. Coordenação de Eduardo Cabral e edição do jornalista Celso Arajo.
 
FONTE: http://cerradomix.maiscomunidade.com/evento/exposicoes/7152/LANCAMENTO--MERCADOS-DE-FERRO-DO-BRASIL.pnhtml

10 de out de 2011

Unesco eleva cafezais da Colômbia e prédios de Gropius a patrimônio da humanidade

Café da Colômbia foi elevado à condição de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco junto com florestas alemãs e prédio de Gropius

A paisagem cultural do café na Colômbia foi elevada à condição de Patrimônio Mundial da Humanidade pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, examinou um total de 35 candidaturas de sítios naturais, culturais e mistos no curso de sua 35ª reunião, encerrada em Paris, no final do mês de junho de 2011.

Cultivados nas cadeias ocidental e central da Cordilheira dos Andes, no oeste do país, os cafezais colombianos foram considerados pelos especialistas da Unesco um lugar excepcional.

Os produtores adaptaram o cultivo às condições difíceis da alta montanha e plantaram café em pequeas parcelas de bosque. Nas zonas povoadas, a maioria situadas nos picos das colinas, aprecia-se uma arquitetura de influência espanhola implantada pelos colonos procedentes da região de Antioquia.

Com milhares de plantações de café, a Colômbia é um dos grandes produtores mundiais da bebida, famosa pelo sabor. O importante elemento da economia do país é cultivado nas cordilheiras entre 1.000 e 1.600 m, localizado no Eixo Cafeeiro, nos estados de Quindío, Caldas e Risaralda, que contam com clima ideal para produzir o café referência em todo o mundo.

A Faia

Também foram consideradas Patrimônio da Humanidade cinco florestas alemãs composta pela árvore faia, como também um edifício projetado por Walter Gropius em 1910, além de uma região de mar de baixio na costa alemã. As florestas de faia, selecionados para a nomeação à Lista do Patrimônio Mundial, são os exemplos mais importantes das florestas de faia da Europa Central. Eles representam os últimos remanescentes da vegetação natural da Europa Central.

O cluster contém diferentes tipos ecológica das florestas de faia da costa do mar e paisagens planície glacial até colinas e montanhas de pedra calcária do meio. A ilha de Meroe, no Sudão, a zona protegida do Wadi Rum, na Jordânia, e uma série de edifícios representativos do poder dos lombardos, na Itália, também entraram na lista.

A Unesco justificou o tombamento das florestas alemãs de faia (Buchenwälder) por serem "indispensáveis para compreender a expansão das espécies de árvores do gênero Fagus no Hemisfério Norte". Essas antigas florestas representam de forma notável um ecossistema que marcou todo um continente e complementam perfeitamente as florestas de faia dos Cárpatos, na Eslováquia e na Ucrânia, tombadas como Patrimônio Mundial Natural da Humanidade pela Unesco em 2007.

As florestas de faia, ou faiais, ocorrem em climas frescos e úmidos, bem como em montanha, a exemplo da Alemanha, Luxemburgo ou norte de França. As faias são árvores folhosas com folhas que parecem papel. Podem atingir 40 metros de altura. As florestas selecionadas estão localizadas nos estados de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Brandemburgo, Turíngia e Hessen. Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental foram selecionados o Parque Nacional de Jasmund e as florestas de faia de Serrahn, no Parque Nacional de Müritz. Os outros são a floresta de faia de Grumsin, em Brandemburgo, o Parque Nacional de Hainich, na Turíngia, como também o Parque Nacional de Kellerwald-Edersee, em Hessen. Com exceção de Hessen, os demais estados pertenciam à antiga Alemanha Oriental.

Testemunha da arquitetura moderna

A Fábrica Fagus, em Alfeld na de Leine, na Alemanha, conta com dez edifícios, concebidos no início dos anos 1910 por Gropius. O complexo testemunha o desenvolvimento da arquitetura moderna e do desenho industrial. Com suas vidraças revolucionárias e sua estética funcionalista, a fábrica Fagus anuncia o movimento modernista e a Escola Bauhaus, conforme reconheceram especialistas da Unesco.

A estética funcional dos imóveis e suas vastas superfícies cristalizadas, revolucionárias em sua época, prefiguram as criações da escola da Bauhaus e marcam uma ruptura na evolução das formas arquitetônicas na Europa e América do Norte. Gropius tinha apenas 28 anos ao projetar o edifício da Fagus, mas seu trabalho com o arquiteto alemão Peter Behrens lhe conferia as melhores qualificações. No escritório de Behrens, Gropius foi colega de Mies van der Rohe e Le Corbusier e participou do histórico projeto para a
companhia de eletricidade AEG, em 1909, que incluía não somente um projeto arquitetônico para a fábrica de turbinas, mas seu design corporativo completo.

No edifício da Fagus, Gropius desenvolveu uma linguagem formal que marcaria toda a arquitetura moderna: estrutura independente com pilares ainda de alvenaria, entre os quais eram fixadas vidraças emolduradas com caixilhos de ferro. Esse princípio construtivo foi aperfeiçoado por Gropius no futuro prédio da Escola Bauhaus, em Dessau, com seus pilares recuados de concreto e amplos panos de vidro.

Por coincidência, a faia, cujas florestas foram tombadas pela Unesco, deu nome à fabrica de formas de sapatos projetada pelos arquitetos Walter Gropius e Adolf Meyer, em Alfeld na der Leine, a Fagus.

Reis kushitas

Também foram incluídos no inventário a ilha de Meroe (Sudão), a Zona protegida de Wadi Rum (Jordânia), os Centros de poder dos longobardos (Itália). O sítio sudanês, sede do poder que ocupou o Egito durante quase um século, compreende a cidade real dos reis kushitas em Meroe, próxima ao rio Nilo e os lugares religiosos próximos de Naqa e Musawwarat, em Sofra. Este vasto império estendeu-se desde o Mediterrâneo até o coração da África, tornando-se depoimento do intercâmbio de artes, estilos arquitetônicos, religiões e idiomas entre ambas regiões.

Em outra ordem, a Zona Protegida do Uadi Rum é uma variada paisagem desértica formada por canyons, arcos naturais, escarpas, rampas, grutas e grandes declives de terreno num espaço de 74 mil hectares ao sul da Jordânia para perto da fronteira com a Arábia Saudita.

Os vestígios de 25 mil petroglifos e 20 mil inscrições e os restos arqueológicos subsistentes no local constituem um depoimento de doze milênios de ocupação, da evolução do pensamento humano e dos começos da escrita alfabética.

Fonte: http://whc.unesco.org/
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,15192643,00.html

6 de out de 2011

Novidades no Centro


Blog Fernando Albrecht
Porto Alegre 06/10/2011
O Centro Histórico de Porto Alegre está mesmo em uma nova fase. O Shopping Rua da Praia está em fase de revitalização e receberá 10 novas operações, entre elas a Lojas Americanas, que ocupará área de 1,5 mil metros quadrados no subsolo, inauguração prevista para novembro. Outra novidade comercial se dará no prédio da antiga Livraria do Globo, na Rua da Praia, que abrigará a Lojas Renner, que se volta para as lojas de rua.